Famalicão prepara-se para uma semana de intensa atividade cultural entre os dias 18 e 23 de maio. Sob o tema internacional “Museus a Unir um Mundo Dividido”, o município promove um roteiro diversificado que inclui o lançamento de uma plataforma digital, espetáculos teatrais e dinâmicas interativas para todas as idades, reforçando o papel dos 11 museus da rede local como espaços de diálogo e identidade.
A abertura oficial das comemorações acontece no dia 18 de maio, às 10h00, com o lançamento do novo portal online da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão. A cerimónia terá lugar no Museu Bernardino Machado e marca a estreia de uma ferramenta estratégica que centraliza toda a oferta museológica, eventos e atividades educativas do concelho.
O Museu Bernardino Machado terá um protagonismo especial este ano, celebrando o seu 25.º aniversário. Para assinalar a data, nos dias 19 e 20 de maio, será apresentada uma peça de teatro inédita sobre a vida do ex-Presidente da República. Paralelamente, será inaugurado um “Escape Room”, uma experiência imersiva que convida os visitantes a desvendar mistérios dentro do museu e que permanecerá disponível até ao final do ano.
No dia 23 de maio, a ação desloca-se para a Praceta Cupertino de Miranda com a iniciativa “Museus Sem Fronteiras”. Através de caixas mistério e pistas, o público é desafiado a descobrir as coleções dos 11 museus que compõem a rede famalicense num percurso lúdico.
A celebração culmina na mesma noite com o evento “(H)Á Noite no Museu!”. A partir das 23h00, o Museu Bernardino Machado abre as portas em horário alargado, oferecendo um ambiente festivo com música e animação para celebrar a Noite Europeia dos Museus.
Durante este período, o município facilita o acesso à cultura com entradas gratuitas em espaços emblemáticos:
Casa de Camilo – Museu: Entrada livre de 18 a 23 de maio.
Museu Automóvel e Fundação Cupertino de Miranda: Entrada gratuita no dia 18 de maio.
Sobre a Rede de Museus: Criada em 2012, a rede integra atualmente 11 espaços que abrangem desde a literatura e política até à arqueologia industrial e arte sacra, consolidando Famalicão como um polo de referência na preservação do património nacional.
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