A Câmara Municipal de Vila Verde aprecia, esta quinta-feira, dia 11, a proposta de abertura de um concurso público internacional para o serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos. O procedimento, com um preço-base que ultrapassa os 13,8 milhões de euros, visa assegurar a melhoria do serviço de recolha indiferenciada nas freguesias e impulsionar a transição para a economia circular no concelho.
O novo concurso prevê um investimento anual de cerca de 1,38 milhões de euros por um período de 10 anos. Segundo o executivo liderado por Júlia Rodrigues Fernandes, a decisão de avançar para um “Concurso Limitado por Prévia Qualificação” baseia-se na experiência do contrato anterior com a Luságua, rescindido há cerca de um ano. O objetivo é garantir o cumprimento das metas ambientais do PERSU 2030, privilegiando a reciclagem e a redução de resíduos em aterro, refere uma nota enviada à nossa redação.
O vereador do Ambiente, Carlos Tiago Alves, justificou o modelo escolhido com a “complexidade técnica” e os “riscos operacionais” do serviço, sublinhando a importância de avaliar rigorosamente a capacidade técnica e financeira dos candidatos. O valor base da prestação foi calculado com base em custos históricos, valores de mercado e num estudo de custo-benefício.
Após a votação do executivo camarário, a proposta será submetida à apreciação da Assembleia Municipal no dia 19 de junho.
Para além da gestão de resíduos, a reunião de Câmara desta quinta-feira conta com 37 pontos na ordem de trabalhos, destacando-se a requalificação da Escola Básica Monsenhor de Araújo, investimentos na rede de abastecimento de água e vários protocolos com as juntas de freguesia locais.
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