Uma contrariedade mecânica marcou o destino de Armindo Araújo e Luís Ramalho na segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). A dupla, que demonstrou um ritmo dominador ao longo das especiais, foi travada por uma penalização de dois minutos e quarenta segundos, resultado de um problema elétrico no seu Skoda Fabia RS durante a ligação para a primeira passagem por Mortágua.
Armindo Araújo foi, efetivamente, o piloto mais rápido em estrada. No somatório dos tempos das classificativas, o piloto de Santo Tirso superou a concorrência, mas o pesado fardo da penalização administrativa revelou-se impossível de recuperar, relegando a equipa para um modesto nono lugar final na classificação geral do evento.
Em declarações após a prova, Araújo não escondeu a frustração, mas manteve o espírito resiliente:
“Não era claramente isto que esperávamos, mas as corridas são assim mesmo. Sabíamos que não iríamos recuperar muitos lugares, mas demos o máximo e mostramos que tínhamos ritmo para a vitória. Ainda falta muito campeonato e vamos continuar a lutar pelo título.”
Com a luta pela vitória absoluta do rali comprometida, a equipa redefine agora as suas metas. O foco imediato passa por garantir o estatuto de melhor dupla portuguesa no pódio final, um objetivo que Armindo Araújo considera difícil, mas perfeitamente alcançável dada a quilometragem que ainda resta na prova.
O Rali de Portugal prossegue este sábado com passagens duplas por: Felgueiras; Cabeceiras de Basto; Amarante; Paredes.
O dia terminará com a emblemática super-especial de Lousada, no renovado Circuito da Costilha, onde a equipa do Skoda Fabia RS espera continuar a demonstrar o ritmo competitivo que os colocou como os mais velozes nos troços de hoje.
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