A Comissão Política Concelhia do CHEGA de Vila Nova de Famalicão manifestou publicamente “total indignação” perante a crescente onda de violência e agressões nas escolas do concelho, destacando os casos das Escolas Básicas Júlio Brandão e D. Maria II. O partido, que viu recentemente um voto de protesto sobre este tema ser chumbado na Assembleia Municipal, acusa as direções e os restantes partidos de permitirem um clima de impunidade e exige uma intervenção imediata do Executivo Municipal.
O partido fundamenta o alerta com episódios recentes, como a agressão violenta a um aluno de 11 anos — filmada e partilhada publicamente — e as constantes ameaças sofridas por um jovem de 14 anos na Escola D. Maria II, cuja mãe contesta a eficácia das punições aplicadas, refere um comunicado.
O comunicado aponta ainda para a existência de grupos organizados que intimidam sistematicamente os colegas mais vulneráveis e alunos com necessidades especiais. Segundo o CHEGA, o problema estende-se aos professores, que demonstram receio em intervir por medo de sofrerem represálias por parte das famílias dos agressores.
Considerando intolerável que os alunos que querem estudar sejam vítimas de uma “minoria violenta”, o CHEGA exige que a autarquia assuma responsabilidades através das seguintes medidas:
Punições severas: Aplicação de medidas disciplinares efetivas, incluindo a expulsão definitiva em casos graves;
Reforço policial: Maior patrulhamento da PSP junto das escolas;
Responsabilização: Responsabilização civil e criminal dos pais dos menores agressores;
Fim da impunidade: Combate à cultura do “politicamente correto” que ignora a realidade escolar.
A estrutura local do partido garante que se manterá vigilante e que continuará a acionar todos os mecanismos políticos necessários para repor a ordem e a segurança nas escolas do concelho.
PUBLICIDADE
























Comentários sobre o post