A China, essa força política, económica, industrial, laboral, social e de outras áreas, prossegue o seu caminho rumo a situar-se como o maior potentado mundial.
Um território tão vasto, lá para os lados da Ásia Oriental, pós a era Mao, tem vindo a conquistar posição e faz abanar o Ocidente. Ocidente que já depende da China, porque se deixou encantar por mão-de-obra barata, tendo deslocado para lá muitas das suas indústrias.
Agora, depois do salto com os veículos eléctricos, a China, do Presidente Xi Jinping, que comanda todas as tropas, das Forças Armadas, passando pelo partido comunista do País, até ao povo, está a evidenciar-se na indústria farmacêutica e robótica hospitalar.
Está a ser passada a informação, já certificada por vozes de gente bem colocada na área da saúde ocidental (Europa e Estados Unidos da América) que a China dará um salto. De País que fabricava genéricos posicionar-se-á como produtor, em massa, de novos e inovadores medicamentos.
A China, a que limita as liberdades, a que tem um código laboral apertado e sem grandes benefícios para os trabalhadores, soma e segue. Não há, como diz um amigo meu, abébias para ninguém. A palavra de ordem é cumprir e ter deveres. Direitos?
As sociedades do “querer tudo e mais o que cair…” acabam por se espatifar, esfarrapar e destruir. Pedir mais do que é possível estraga tudo. Sacrifícios para vos quero…isso é por cá. Também, e por cá, as politiquices e os demandos governativos, desmantelam tudo.
Pela China é normal trabalhar-se a qualquer hora e nem há sábados e os domingos podem ser comprometidos.
Por cá, pelo Ocidente, quanto menos fizermos, melhor…mas o resultado está à vista. Queremos ser ricos com a força motora dos outros. Deixámos de ter disciplina. Não temos humildade e, sem ela, nada será possível construir e elevar a fasquia da vida.
Por lá é ao contrário, porque o comunismo tem regras, não vai em conversas fiadas e não se dá com a democracia. Por cá, os comunistas aproveitam as amplas liberdades…Reivindicam, manifestam-se e provocam.
Por isso, é que uns crescem e avançam e, outros, vão ficando para trás, empobrecendo alegremente, despedaçando a vida e ficando, cada vez mais, no patamar da pobreza. Não tarda – já não deverá ser para mim, graças a Deus – vamos ser escravos dos chineses.
António Barreiros
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