O Toy, o cantor, é um verdadeiro “toy R rus” – uma das principais e maiores lojas do Mundo para crianças – porque ele próprio se constitui como um brinquedo pouco didáctico e apelativo.
Diria que é um fanfarrão, um farsola e um garotito, ditando palavras brejeiras.
Num programa de televisão da RTP 1, uma estação pública, nos Prémios Play, aproveitando a exposição pública e mediática, insultou Trump, com uma expressão baixa, de sarjeta e de bueiro.
O mesmo Toy (R us), como passa a ser o epiteto que lhe coloquei, protagonizou esse pedaço televisivo sem ter noção que a democracia em que vive, para além das que povoam muitos outros Países, não tem a marca dessas suas palavras envoltas num asneiredo que o atira para um patamar de falta de educação, de civismo e o envolve num beco de bestialidade, a sua…
O cantor será que percebe que Trump foi eleito pelos votos dos americanos? Para o bem ou para o mal? Cada um dos cidadãos americanos votou no candidato que apresentou as propostas para a governação que eles – a maioria – tiveram como a melhor. Já o tiveram feito no passado. Repetiram. Mas, e como a democracia o permite e é alternância, numa próxima eleição podem destroná-lo ou reconduzi-lo. Diz a esquerda para engodar quem a ouve: “o povo é quem mais ordena”. Mas esta máxima nos tais Países democráticos, porque nas ditaduras essa expressão é uma quimera…
Toy, o cantor pimba, como é todo de esquerda, não entende que democracia tem como base o povo, o que decide, por voto, quem fica e quem sai…
Toy (R us), sem o perceber, dada a sua falta de cultura, é da igualha de Trump, tendo-se colocado na mesma fasquia do Presidente dos Estados Unidos da América.
Diz o povo e bem: vozes de burro não chegam ao céu…
Texto: António Barreiros – Jornalista
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