O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, anunciou esta quinta-feira que a autarquia irá reduzir a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2027. A medida, fundamentada na solidez financeira do concelho, foi revelada durante a discussão do Relatório de Gestão e Contas de 2025, aprovado pelo executivo municipal durante a manhã de hoje.
Atualmente fixada em 0,335%, a taxa de IMI deverá sofrer um decréscimo daqui a dois anos graças ao que o autarca classifica como uma “gestão rigorosa e responsável”. Mário Passos sublinhou que a autarquia dispõe de uma “almofada financeira robusta e confortável”, que garante não só o alívio da carga fiscal para os munícipes, mas também a continuidade de investimentos estratégicos.
“Este documento é o reflexo do empenho e do esforço desta Câmara Municipal em dar resposta às necessidades e anseios dos famalicenses”, afirmou o presidente, destacando o caminho rumo a um concelho mais coeso e sustentável.
O relatório de 2025 apresenta indicadores que demonstram o forte dinamismo de Famalicão. Segundo o chefe do executivo é um investimento Histórico: A aquisição de bens de capital ultrapassou os 41 milhões de euros, um crescimento de 102% face ao ano anterior. Adianta ainda que no apoio ao Tecido Associativo: As transferências de capital para Juntas de Freguesia e IPSS somaram mais de 15 milhões de euros (+65%). A taxa de execução da despesa fixou-se nos 76%, enquanto a execução da receita atingiu os 93%.
O aumento da receita fiscal, impulsionado sobretudo pelo IMT, é visto pela autarquia como um sinal claro da vitalidade económica e da dinâmica do mercado imobiliário local. Além disso, o município registou um aumento de 44% na captação de fundos comunitários.
No plano da sustentabilidade financeira, os números são igualmente positivos. Vila Nova de Famalicão apresenta um grau de autonomia financeira de 82,8%. No que toca à dívida bancária, a autarquia mantém uma posição folgada, utilizando apenas 15,9% da sua margem absoluta de endividamento, consolidando a estratégia de redução de passivo que tem sido seguida pelo executivo de Mário Passos, conclui.
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