O PAN Famalicão manifesta-se criticamente em relação à criação do novo suporte impresso municipal, levantando dúvidas sobre a sua utilidade e ética democrática.
O partido compromete-se a manter um escrutínio apertado sobre o conteúdo do jornal. O objetivo é evitar que o erário público financie uma ferramenta de “propaganda da maioria“, exigindo que o espaço seja pautado pela isenção e pela inclusão das vozes da oposição.
Numa análise ao investimento público, a concelhia do PAN de Famalicão classifica a iniciativa como:
Incoerente e desproporcional: Face a outras carências urgentes do concelho.
Ato de desespero: O partido sugere que a prioridade dada a este suporte impresso revela uma gestão de prioridades “trocada” por parte do executivo de Mário Passos.
Existe uma preocupação séria com a sustentabilidade dos órgãos de comunicação social (OCS) independentes. O PAN recorda episódios passados de exclusão de fundos a certos jornais e vê nesta nova iniciativa um potencial ataque à liberdade de imprensa e à pluralidade democrática de Famalicão.
O partido clarifica que, por não possuir representação eleita nos órgãos municipais (Assembleia Municipal ou Reunião de Câmara), está limitado no uso de instrumentos jurídicos diretos, mas assegura que continuará a usar a sua voz política para questionar o executivo, conclui.
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