Eurodeputado e chefe da Delegação do PSD participou nos Study Days em Taormina, onde foram debatidas as prioridades estratégicas da União Europeia até 2029.
As prioridades estratégicas e os principais desafios que a União Europeia enfrentará até 2029 estiveram em destaque nos Study Days do Grupo do Partido Popular Europeu (PPE). O encontro, que decorreu entre os dias 12 e 15 de outubro na cidade italiana de Taormina, contou com a participação ativa do eurodeputado e chefe da Delegação do PSD no Parlamento Europeu, Paulo Cunha.
O evento reuniu as principais figuras da política europeia, incluindo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, e o presidente do Grupo PPE, Manfred Weber. A cimeira teve como propósito central debater e preparar o trabalho legislativo e político do maior grupo político do Parlamento Europeu para a segunda metade do atual mandato.
Durante os vários grupos de trabalho, os eurodeputados debateram a chamada “Visão para 2029”, um documento estratégico que servirá de bússola para orientar a atuação política do PPE nos próximos anos. Na agenda estiveram temas cruciais para o futuro do bloco comunitário, com destaque para a competitividade económica, a segurança, o orçamento europeu e a capacidade de resposta da União Europeia perante os desafios globais.
À margem dos debates, Paulo Cunha sublinhou a importância de traduzir o trabalho parlamentar em medidas de impacto real no quotidiano dos cidadãos e da economia. “A segunda metade da legislatura será decisiva para transformar as prioridades europeias em respostas concretas. Temos de garantir que as decisões tomadas na Europa chegam às empresas, às famílias e aos territórios e contribuem verdadeiramente para resolver os problemas que enfrentam”, afirmou o eurodeputado social-democrata.
Ressaltando a dimensão nacional da participação portuguesa no conclave, Paulo Cunha destacou ainda a necessidade de uma atuação concertada a nível comunitário: “Os desafios que temos pela frente não podem ser resolvidos por cada país de forma isolada. Estes debates permitem construir respostas comuns e garantir que Portugal participa desde o início nas decisões que vão marcar o futuro da Europa.”
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