Agrada-me a firmeza das palavras do Papa Leão XIV sobre as bocas, indecentes e cheias de venenos, do actual Presidente dos USA, um “pato donald” infantil que tenta manobrar tudo a seu belo prazer.
Gostei das palavras do Sumo Pontífice, o representante da Igreja Católica que não deve ter o registo dos políticos ou de agendas mediáticas que tentam controlar o Mundo ou se distanciam do humanismo cristão.
Leão XIV, também ele americano, quis esclarecer Trump ao afirmar que os apelos do Vaticano pela Paz e pela Reconciliação estão – disse – “enraizados no Evangelho” e que ele não teme a administração actual do País onde nasceu.
O Papa mais quis clarificar: “Colocar minha mensagem no mesmo nível do que o presidente (Trump) tentou fazer, acho que é não entender qual é a mensagem do Evangelho”. Leão XIV concluiu: “E lamento ouvir isso, mas continuarei no que acredito ser a missão da igreja no mundo de hoje”.
Já aqui o escrevi que Trump personifica a esmagadora maioria do povo americano que é infantil, mimado, egocêntrico e pensa que o Mundo é só o seu País…sem perceber que uma elevada soma de Nações tem uma forte componente histórica e cultural.
O Papa não se pode vergar aos ditotes de Trump, nem seguir a cartilha de um senhor que é errático no discurso, que se alimenta de provocações, que se idolatra no poder – gigante – do seu País e que abusa e usa a força para impregnar os seus interesses de negócios, um pouco por todo o lado.
Trump não vai ter muito tempo como Presidente porque, e apesar do seu povo ser “pimba”, já lhe tirou as medidas e entendeu que a sua política não tem cabimento. Mesmo sabendo-se que o Irão é uma ditadura perigosa e cheia de pseudo-religiosos que se servem de Alá para subjugar, maltratar, matar e espezinhar gente da sua gente.
António Barreiros
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