Há povos, há gentes, há homens e, também, há mulheres e crianças que sofrem com medos. Há Países que dão contam desses medos, nas acções, nas atitudes e nas propostas. E há Nações que oferecem, gratuitamente, aos seus cidadãos, esses mesmos medos.
Os Medos são papões que nos apresentam e andam por aí, à solta, como matilhas de animais sedentos de nos fazerem vergar…até nos esticarmos no chão. De sermos presas…
Os Medos agigantam-se de diversas formas, retraindo-nos de dizer na cara o que sentimos, barricando-nos para afirmar verdades e engaiolando-nos para não gritar as dores que esses Medos nos provocam. Os Medos roem-nos, massacrando-nos, deitando-nos ao chão e provocando-nos dissabores.
Medos para que vos quero? Para nada. Deixem-me e desamparem-me. Quero sossegar para descansar dos Medos…para dormir sem sobressaltos, calmo e sereno.
Quero é dormir com sonhos, os de Esperanças para os meus futuros, os nossos futuros pessoais e colectivos, os de Nação.
Se há benfeitorias que nos agasalham, nos fortalecem, nos ajudam a crescer e nos promovem a vida…são as Esperanças.
Não há nada melhor do que viver na e com as Esperanças, as que nos podem trazer nova vida, perfilar dignidade humana e abrir horizontes.
Deixem-me que vos diga, ficando como um pedido: libertem-se dos Medos e arregacem-se para que as Esperanças, espargidas pelos libertadores, como o Cristo, traga luz e alegrias. Que as Esperanças vos abençoem e vos trespassem o coração para vos marcar a alma…
Texto: António Barreiros
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