A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão aprovou, na manhã desta segunda-feira, 16 de janeiro, o maior orçamento da história do concelho para o ano de 2026. O exercício, que fixa um valor recorde de 256 milhões de euros, prevê um investimento de 106 milhões em áreas como a Saúde, Habitação e Educação, tendo sido viabilizado com os votos da coligação PSD/CDS-PP e a abstenção do PS e do Chega.
Com um reforço histórico no plano de investimentos, que ultrapassa os 106 milhões de euros, a autarquia justifica estes números com a elevada capacidade de captação de financiamento externo. Segundo o presidente da Câmara, Mário Passos, o documento reflete a “enorme ambição” para o concelho, garantindo uma gestão assente no rigor que não compromete a estabilidade das contas públicas nem o futuro das próximas gerações, informa uma nota à comunicação social.
O plano para 2026 prioriza a conclusão de projetos estruturantes que impactam diretamente a qualidade de vida dos famalicenses. No setor da Saúde, destaca-se a renovação e criação de sete Unidades de Saúde Familiar (USF), abrangendo localidades como Nine, Joane e Lousado. Já na Educação, o orçamento garante a continuidade da requalificação de parques escolares, com especial atenção à Escola Secundária Padre Benjamim Salgado e a várias escolas básicas, pode ler-se.
No que toca à Habitação, o foco mantém-se no aumento da oferta pública, através da construção de fogos destinados ao arrendamento acessível, respondendo a uma das principais necessidades sociais do município.
O ambiente e o desporto também recebem fatias significativas do orçamento. Entre os projetos destacados figuram:
Rede de Água: Conclusão do abastecimento em Vale São Cosme, Telhado e Portela.
Espaços Verdes: Criação do novo Parque do Pelhe e expansão do Parque de Sinçães.
Infraestruturas Desportivas: Construção do Centro de Atletismo e o arranque do concurso para as novas piscinas municipais de 50 metros.
Mário Passos reforça que 2026 será um “ano marcante”, servindo para “concretizar o presente e abrir as portas para mais futuro”, consolidando a estratégia que foi escolhida pelos eleitores nas últimas autárquicas, conclui.
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