Relatórios recentes denunciam a situação extrema em Gaza, a perseguição política na Venezuela e o desmantelamento de políticas climáticas nos EUA. Em Portugal, dez instituições unem-se para apelar à solidariedade fiscal.
O cenário global dos direitos humanos enfrenta desafios sem precedentes, de acordo com os mais recentes alertas da Amnistia Internacional e parceiros. De Gaza à Venezuela, passando pelas potências globais como Israel e Estados Unidos, a organização identifica um padrão de negligência, violência e reversão de direitos fundamentais. Em simultâneo, em Portugal, a sociedade civil organiza-se para mitigar impactos sociais através de campanhas de responsabilidade fiscal, refere uma nota enviada à comunicação social.
Crise Humanitária e Conflitos
Em Gaza, a HelpAge International e a Amnistia Internacional revelam uma crise aguda de saúde física e mental entre os idosos. O bloqueio de Israel ao auxílio humanitário e a proibição de ONGs no terreno criaram condições desumanas, marcadas pela escassez de alimentos e medicamentos essenciais. Paralelamente, em Israel, o Knesset discute emendas legislativas controversas que visam expandir a aplicação da pena de morte de forma discriminatória contra palestinianos.
No continente americano, a Venezuela permanece sob tensão geopolítica. Apesar da retórica desafiadora da presidente interina Delcy Rodríguez, a Amnistia alerta que os crimes contra a humanidade cometidos pelo governo Maduro continuam impunes. Já nos Estados Unidos, a administração Trump é criticada por atacar os esforços globais contra as alterações climáticas, desmantelando regulamentações ambientais e favorecendo a indústria dos combustíveis fósseis em detrimento da saúde pública.
Solidariedade em Portugal
Contrariando o cenário de crise, Portugal apresenta uma iniciativa de mobilização social. Dez das instituições de solidariedade social mais reconhecidas do país, incluindo a Amnistia Internacional – Portugal, lançaram a campanha “Assino de Cruz. Sem custos para si com vantagem para todos”.
A iniciativa, que arrancou a 22 de janeiro, apela aos contribuintes portugueses para que consignem 1% do seu IRS a favor destas causas. O processo é descrito como simples e gratuito, permitindo que os cidadãos decidam o destino de parte dos seus impostos, gerando um impacto direto e significativo no apoio às populações mais vulneráveis servidas por aquelas instituições.
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