Durante o debate sobre o procedimento de quitação do exercício de 2024, realizado na Sessão Plenária do Parlamento Europeu, o eurodeputado Hélder Sousa Silva defendeu um rigor acrescido na utilização dos recursos financeiros da União Europeia. “Temos de ser responsáveis e prudentes no modo como investimos cada euro do orçamento europeu”, afirmou o parlamentar, sublinhando que a gestão criteriosa é essencial para proteger os interesses dos contribuintes.
Na qualidade de representante da Comissão da Cultura e da Educação (CULT), Hélder Sousa Silva destacou o desempenho positivo da execução orçamental de 2024. O eurodeputado apontou uma “notável aceleração” em programas emblemáticos como o Erasmus+ e o Europa Criativa, realçando o impacto direto que estes investimentos têm no quotidiano de jovens, investigadores, artistas e organizações culturais, informa uma nota enviada às redações.
Contudo, apesar dos resultados positivos, o deputado português alertou para a necessidade de ajustes técnicos. Para o parlamentar, é fundamental corrigir falhas operacionais que ainda impedem a total capacidade de absorção das verbas disponíveis, garantindo que o financiamento chegue de forma eficiente aos seus destinatários.
A intervenção de Hélder Sousa Silva centrou-se em dois pilares fundamentais: simplificação administrativa e transparência. Num apelo direto ao Comissário do Orçamento e Luta Antifraude, Piotr Serafin, o eurodeputado reiterou que o acompanhamento sistemático da gestão dos fundos é a única forma de garantir a proteção dos ativos financeiros da União.
“O procedimento de quitação é um momento fundamental de controlo democrático sobre o modo como utilizamos o dinheiro dos contribuintes europeus“, afirmou.
Para o eurodeputado eleito pelo PSD, a prestação de contas não é apenas uma formalidade burocrática, mas um pilar de confiança entre as instituições europeias e os cidadãos, assegurando que cada euro investido gere valor acrescentado para a comunidade.
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