O Núcleo de Estudantes de História e Arqueologia (NEHAUM) promove, entre fevereiro e março, uma introdução ao mundo dos faraós. A formação, orientada pela arqueóloga Cláudia Barros, promete desmistificar polémicas históricas e explorar desde a escrita hieroglífica até à “egiptomania” de Hollywood.
O Núcleo de Estudantes de História e Arqueologia da Universidade do Minho (NEHAUM) anunciou a realização do curso breve online “Entre deuses, pirâmides e faraós: uma introdução ao Antigo Egipto”. A formação decorrerá de 10 de fevereiro a 31 de março, com sessões semanais às terças-feiras, entre as 18h00 e as 20h00. As inscrições já estão disponíveis online com um custo de 16 euros, conferindo direito a um certificado mediante a realização de um teste final.
A formação será conduzida por Cláudia Barros, arqueóloga e investigadora do Centro de Estudos Humanísticos da UMinho. O programa atravessa os pilares da civilização egípcia, abordando a governação, os rituais religiosos, a construção das pirâmides e os avanços na medicina. Um dos pontos de destaque é a análise da “egiptomania“, o fenómeno cultural que fascina o mundo desde as campanhas de Napoleão até às grandes produções cinematográficas de Hollywood.
Para a formadora, este curso é uma oportunidade de partilhar uma “paixão desmedida” e, simultaneamente, desconstruir mitos enraizados na cultura popular. “Quero sensibilizar para a sua importância, explorando temas sociais, políticos, religiosos, económicos e esclarecendo algumas polémicas”, afirma Cláudia Barros. Entre as curiosidades a abordar, destacam-se o papel da mulher — que no Antigo Egipto podia divorciar-se e gerir propriedades — e a revelação de que as pirâmides de Gizé foram erguidas por operários pagos e não por escravos.
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