O avanço imparável do streaming e das interfaces digitais coloca em causa a permanência do rádio de série nos novos modelos; o tema domina o mais recente episódio do ACP Podcast.
Durante décadas, o rádio foi o companheiro inseparável de qualquer viagem de carro. No entanto, a fisionomia dos tabliers está a mudar drasticamente. A ascensão de ecrãs táteis gigantes, a integração total de serviços de streaming e a conectividade constante levantam agora a questão: estará o autorrádio clássico condenado ao desaparecimento?
O debate, que divide entusiastas da tecnologia e saudosistas das ondas FM, é o ponto central do novo episódio do ACP Podcast. A discussão aborda como a indústria automóvel está a priorizar ecossistemas digitais que, muitas vezes, relegam a sintonização tradicional para segundo plano ou a substituem inteiramente por aplicações de internet.
Os construtores estão a redesenhar a experiência de condução. Com sistemas como o Apple CarPlay e o Android Auto, o condutor passou a ter acesso direto a bibliotecas infinitas de música e podcasts via dados móveis, tornando a antena de rádio, para muitos fabricantes, um componente redundante ou meramente opcional.
Além da vertente tecnológica, o podcast analisa o impacto cultural desta transição. O rádio não é apenas entretenimento; é um serviço de utilidade pública e companhia em tempo real, algo que o streaming algorítmico nem sempre consegue replicar.
Pode ouvir a análise completa e todos os detalhes sobre esta evolução tecnológica no ACP Podcast.
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