A presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, oficializou hoje a assinatura de um conjunto de protocolos que garantem o financiamento de 11 projetos vencedores do Orçamento Participativo (OP) escolar. A iniciativa visa reforçar a “excelência da educação no concelho” através da concretização de ideias propostas e votadas pelos próprios alunos, num processo que envolveu mais de quatro mil jovens e crianças.
Durante a cerimónia, a autarca sublinhou que a criação de um “ambiente saudável, de alegria e bem-estar na escola” é fundamental para o crescimento dos alunos. Com uma dotação total de 25 mil euros, o OP contemplou propostas com verbas que oscilam entre os 500 e os 5.000 euros, abrangendo desde o ensino pré-escolar até ao secundário e profissional.
Os responsáveis pelas instituições visadas aceitaram o desafio de “mãos à obra“, comprometendo-se a executar rapidamente as melhorias que passam pela renovação de espaços de lazer, novas áreas culturais e apetrechamento tecnológico.
O projeto com o financiamento mais elevado foi o “#Evolution Stations”, da Escola Secundária de Vila Verde. Proposto por alunos de Programação e Sistemas de Informação, o projeto inclui:
Food Stations: Máquinas automáticas de snacks e bebidas.
Power Station: Armários de carregamento seguro para dispositivos eletrónicos.
Nas restantes escolas e instituições, a diversidade de investimentos é notória:
Escola da Lage: Projeto “Recreio + animados” com aquisição de trampolins e mesas de jogos.
EB de Moure e Ribeira do Neiva: Criação do espaço “Bora lá descontrair”, focado no conforto e sombra.
Setor Social e Privado: A Casa do Povo de Prado investirá em instrumentos musicais, enquanto a Santa Casa da Misericórdia e o Colégio D. João de Aboim reforçarão o acervo bibliográfico itinerante.
Agrupamento de Prado: Foco em material lúdico-pedagógico e mobiliário (sofás e pufes) para as zonas comuns.
O Orçamento Participativo dividiu-se em categorias específicas para garantir a representatividade de todos os níveis de ensino, incluindo o setor público, social e privado. Ao dar voz aos mais novos, o município pretende não só melhorar as infraestruturas, mas também incentivar a cidadania ativa desde a infância.
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