O serviço municipal de Proteção Civil de Vila Verde está a realizar, durante esta semana, uma série de intervenções de fogo controlado em diversas áreas de mato e vegetação infestante do concelho. A iniciativa, integrada numa estratégia abrangente de prevenção de incêndios, foca-se na criação de áreas de descontinuidade e na manutenção de acessos florestais para garantir a segurança de pessoas e bens antes da chegada dos períodos de maior risco.
O arranque dos trabalhos contou com o acompanhamento presencial da presidente da Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes, e do vereador Patrício Araújo. As operações concentram-se em locais identificados como prioritários para a segurança do território, nomeadamente o Monte do Castelo e as freguesias de Dossãos e Prado S. Miguel, refere uma nota enviada à nossa redação.
Segundo a autarca, estas ações são fundamentais para “minorar riscos e prejuízos“, reforçando que a defesa do património natural é uma prioridade central da gestão municipal, que tem vindo a aumentar o investimento em recursos técnicos e humanos nesta área.
O uso do fogo controlado visa a redução da carga de combustível através da criação de “zonas tampão”, essenciais para travar a propagação de grandes incêndios e aumentar a resiliência da mancha florestal. Além da vertente de segurança, a operação destaca-se pela sua preocupação ambiental e social:
Salvaguarda da fauna: As queimas são executadas com cautela para proteger a biodiversidade local.
Apoio comunitário: A iniciativa responde às necessidades de baldios, pastores e caçadores, integrando os interesses dos agentes locais na gestão do território.
A coordenação técnica das operações está a cargo da Proteção Civil e do Gabinete Técnico Florestal de Vila Verde. No terreno, a execução é assegurada pelos sapadores da Associação Florestal do Cávado e pela Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF), garantindo o cumprimento rigoroso de todas as normas de segurança.
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