A nova Comissão Política Concelhia foi eleita com uma moção estratégica focada na habitação, na emergência climática e no combate à violência doméstica, prometendo um escrutínio rigoroso à gestão municipal.
O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) de Vila Nova de Famalicão elegeu recentemente a sua nova Comissão Política Concelhia (CPC) para o mandato que se estende até 2028. O ato eleitoral, que decorreu na União de Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, contou com uma lista única encabeçada por Catarina Rocha, rosto já conhecido pela sua candidatura à Assembleia Municipal nas últimas eleições autárquicas, informa uma nota enviada à nossa redação.
A nova estrutura diretiva do partido a nível local apresenta-se como uma equipa renovada, embora mantenha a continuidade através da experiência de membros mais antigos. Esta combinação visa dar força à moção política estratégica apresentada, que assume como mote uma visão “transformadora, ética e responsável” para o concelho famalicense, pode ler-se.
O compromisso central da nova CPC passa por colocar as pessoas, os animais e a natureza no eixo das decisões políticas municipais, apostando numa ação de proximidade para enfrentar os problemas estruturais da região.
De acordo com o documento estratégico aprovado, o PAN Famalicão identifica como desafios urgentes:
A crise na habitação que afeta as famílias do concelho;
A emergência climática e a necessidade de um desenvolvimento sustentável;
O bem-estar animal, pilar identitário do partido;
O combate à violência doméstica, através do reforço da rede local de apoio às vítimas.
Catarina Rocha, agora porta-voz da CPC, sublinha que o progresso de Famalicão não pode ser feito à custa da exclusão social ou da degradação do ecossistema. “Acreditamos num modelo de desenvolvimento que recuse a exclusão. O progresso de Famalicão tem de ser feito com responsabilidade social e ambiental“, afirma a dirigente.
Reforçando o seu papel como força política independente e progressista, o PAN assume que manterá uma postura de escrutínio ativo à ação da Câmara Municipal, defendendo que o crescimento do território deve respeitar os limites ambientais e promover a solidariedade social. “É essencial que o PAN Famalicão continue o seu trabalho de empatia e conhecimento“, conclui a porta-voz.
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