Nos últimos vinte anos, os franceses elegeram dois Presidentes da República por negação, ou seja, um movimento consertado entre forças políticas, para impedir a vitória da direita conservadora que, entretanto, vem ganhando terreno.
A situação do país tem vindo a degradar-se, fruto de políticas desastrosas dos Partidos do sistema, com reflexos profundos na vida dos cidadãos que assistem indefesos ao crescimento da violência campal, a destruição da propriedade privada e do património público, levado a cabo por grupos de extremistas islâmicos e imigrantes africanos desprovidos de qualquer conceito de “viver em sociedade”.
É verdade que a França tem responsabilidades especiais sobre as suas ex-colónias africanas e carabineias, porquanto ainda administra e coordena doze orçamentos desses países, cunha moeda e retribui acolhendo gente dessas paragens.
Acontece que a propalada inclusão de pessoas que não comungam do mesmo entendimento relativamente aos direitos e deveres do cidadão, que não respeitam a liberdade de expressão ou os direitos das mulheres, constitui uma ilusão e tem profundas consequências na destruição da harmonia social.
Os últimos acontecimentos em Paris, são prova inequívoca sobre o plano que está a ser arquitetado para aniquilar a nossa civilização. A celebração de uma vitória futebolística do PSG na Liga dos Campeões foi argumento para destruir e causar fortes distúrbios na capital francesa, entre inúmeros exemplos.
Sabemos também que tudo o acontece nos países de referência (como são exemplo França e Alemanha) tem repercussões quase imediatas no nosso país. Todos se lembrarão dos coletes amarelos, das lutas sindicais ou dos movimentos das minorias que foram, com mais ou menos intensidade, replicadas em Portugal.
As políticas de imigração levadas a cabo nos últimos anos, com a entrada massiva de gente sem qualquer controle, têm contribuídos para a destabilização social, o desassossego populacional e o aumento substancial da criminalidade, perpetrado por nacionalidades que nos seus países de origem viviam no caos absoluto, e do caos querem viver.
Mais tarde ou mais cedo, estes fenómenos atingirão a nossa comunidade, perante a indiferença do poder político e o assobiar para o lado de quem tem poder para travar estes fenómenos.
Ordem, liberdade e democracia!
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