Eurodeputado português defende um orçamento plurianual ambicioso no Parlamento Europeu, avisando que não se pode exigir mais da União Europeia e querer pagar menos.
Durante o debate no Parlamento Europeu sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP), o eurodeputado português Hélder Sousa Silva alertou os países frugais de que “novas prioridades exigem novos recursos”, sublinhando que uma Europa mais forte tem um custo, mas uma Europa fraca sairá muito mais cara.
No plenário que antecede a apresentação da posição de negociação do Conselho, o eurodeputado defendeu um orçamento ambicioso e robusto capaz de financiar tanto as políticas tradicionais — como a Coesão e a Agricultura — como os novos desafios nas áreas da defesa, segurança, energia, inovação, competitividade e proteção de fronteiras.
Para sustentar o aumento de cerca de 10% face à proposta inicial da Comissão, os eurodeputados propuseram novas fontes de receitas comuns, tais como taxas sobre serviços digitais, jogo em linha, criptoativos e o alargamento do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM). Hélder Sousa Silva criticou ainda o sistema de rebates e correções de que beneficiam alguns Estados-Membros, reforçando que o orçamento comunitário é maioritariamente direcionado para apoiar cidadãos e projetos em toda a União.
PUBLICIDADE
























Comentários sobre o post