Cerca de 350 catequistas reuniram-se no Centro Pastoral de Santo Adrião para o Encontro Arciprestal, focado no serviço, no acolhimento e na missão de evangelizar à luz do “Caminho de Páscoa”.
O Centro Pastoral de Santo Adrião acolheu, no dia 31, o Encontro Arciprestal de Catequistas de Vila Nova de Famalicão. Sob o mote “Servir e Acolher a todos”, a iniciativa reuniu cerca de 350 participantes que, entre momentos de oração, formação e convívio, foram motivados a renovar o seu compromisso cristão e a transformar a catequese num “Jardim da Esperança“, refere uma nota enviada à nossa redação.
A abertura do encontro esteve a cargo do Arcipreste de Vila Nova Famalicão, o Pe. Nuno Vilas Boas, que sublinhou a necessidade vital da formação contínua. Segundo o Arcipreste, este é o caminho para que os catequistas se preparem melhor para a missão e se coloquem, efetivamente, a caminho. Após a saudação inicial, seguiu-se um momento de oração presidido pelo Pe. Victor Pinheiro, assistente da Equipa Arciprestal de Catequese, que interpelou os presentes sobre o chamamento de Jesus para o serviço ao próximo, pode ler-se.
O tempo de formação central foi orientado pela Ir. Laurinda Faria, das Irmãs Hospitaleiras. Recorrendo à passagem bíblica da cura do cego de nascença, a religiosa apresentou uma metáfora marcante:
“O catequista é chamado a ser um acendedor de lanternas, aquele que aponta para a Luz, que é Jesus.”
A Ir. Laurinda descreveu o catequista como um “cego em processo de cura“, alguém que, tendo encontrado a visão através da fé, sente o dever urgente de guiar aqueles que ainda se encontram nas trevas.
A vertente prática e dinâmica do encontro incluiu uma encenação protagonizada por jovens de várias comunidades do arciprestado. A representação serviu para explicar os trilhos do “Caminho de Páscoa” propostos pela Arquidiocese de Braga: a “Participação ativa e criativa” e o “Servir e Acolher a todos”.
Num gesto simbólico de renovação, cada catequista escreveu o seu compromisso numa flor de papel, depositando-a num canteiro preparado para o efeito. O resultado foi a criação de um colorido “Jardim da Esperança”, simbolizando a fidelidade missionária da comunidade. A jornada terminou num ambiente de festa e convívio, reforçando os laços de partilha entre as várias paróquias do Arciprestado.
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