Visitei umas 12 vezes os Estados Unidos da América, como profissional jornalista e, também, como turista. Conheço uma mão cheia de Cidades – Nova Iorque, Washington, Boston, S. Francisco, Filadélfia, Sacramento, Las Vegas e outras – o que me concedeu perceber a mentalidade americana, cuja sociedade é uma miscelânea de povos e de culturas.
O americano, na sua esmagadora maioria, para além de pimba, não tem grande cultura, olha para o umbigo do seu País (parece que só o seu existe), enrola-se na sua história de uns duzentos e poucos anos e apresenta-se como uma criança mimada…porque nunca lhe faltou nada e ninguém. A educação é infantilizada.
Trump é o “menino mimado” lá do sítio, o protegido do pai que foi empresário de sucesso, o negociante incapaz que fez falir o que lhe foi deixado e quem desbaratou uma fortuna.
Foi apresentador de talk-shows, em televisões, para se mostrar e se afirmar como senhor de si e vender o seu peixe.
Regressou à política, depois de um primeiro mandato e de, no seu intermeio, ter perdido a favor de Biden. Mas, pós essas eleições com vitória desse Presidente, Trump tentou uma revolta interna, sem sucesso.
Trump, de novo na Casa Branca, volta a manobrar para, com jogadas palacianas e fora dos corredores do poder político-governativo, fazer as suas negociatas…através das fortes influências que sabe urdir. Tentou apear Zelensky – penso que jogou uma cartada que englobava Putin, por causa dos interesses das terras raras da Ucrânia, mas falhada. Já destronou Maduro, por a Venezuela se ter tornado um País marxista, com falta de todo o tipo de liberdades e de se ter convertido numa Nação pobre, insegura e incapaz de dar futuro aos seus cidadãos (mais de 8 milhões fugiram desse território de miséria e de fome…). Agora, com o conluio dos israelitas incendiou o Oriente Médio e rastilhou o resto do Mundo que está a sofrer com o aumento dos combustíveis.
A América de Trump mostra o seu laço de cowboyada, a sua postura saloia e, também, exibe o ar de criança que está impregnada na personalidade da maioria dos cidadãos. A terra do Tio Sam, a que muitos sonharam para viver em liberdade e confiando na sua criatividade, está a definhar. A América tem de se libertar de Trump e de voltar a mostrar que é solo de oportunidades e de lideranças sensatas, ordeiras, cultas, respeitosas e promotoras da Paz.
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