A passagem da depressão Leonardo por Portugal Continental está a gerar situações de emergência esta quinta-feira, dia 5. A Proteção Civil emitiu um alerta máximo para a Bacia do Rio Tejo, aconselhando as populações ribeirinhas a abandonarem as suas casas, enquanto o litoral enfrenta ondas que podem chegar aos 13 metros.
A situação meteorológica em Portugal atingiu um ponto crítico esta tarde, 5 de fevereiro de 2026. A combinação de chuva persistente com a descarga de barragens provocou uma subida abrupta dos caudais do Rio Tejo, levando a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a colocar o distrito de Santarém sob alerta vermelho.
As autoridades emitiram um conselho crítico para que os residentes das zonas de risco na Bacia do Tejo abandonem preventivamente as suas habitações. Entre as localidades sob maior vigilância encontram-se: Rossio ao Sul do Tejo; Cabrito; Arrifana; Rio de Moinhos; Alvega;
O distrito de Coimbra também está sob monitorização apertada, prevendo-se um agravamento das condições nas próximas horas.
Ondas Gigantes e Neve no Interior
Segundo o IPMA, dez distritos do litoral e o arquipélago da Madeira estão sob Aviso Laranja devido à agitação marítima, com ondas que podem atingir alturas máximas de 13 metros. Paralelamente, 12 distritos mantêm-se sob Aviso Amarelo devido à chuva forte e à queda de neve em zonas acima dos 1000 metros de altitude nas regiões Norte e Centro.
Balanço e Autoproteção
Nas últimas horas, foram registadas mais de 1800 ocorrências, maioritariamente inundações e quedas de árvores. A Proteção Civil reforça as recomendações de segurança:
Imóveis: Fixar estruturas soltas e afastar bens de valor de zonas inundáveis.
Mobilidade: Evitar estradas próximas de rios e zonas costeiras.
Segurança Marítima: Evitar passeios junto à linha de água e atividades de lazer perto do mar devido ao elevado risco de galgamentos.
PUBLICIDADE























Comentários sobre o post