O Grupo Municipal do CHEGA manifestou publicamente a sua preocupação com o aumento “significativo e sistemático” de furtos e assaltos a veículos nas zonas de estacionamento próximas ao Parque da Devesa e à CESPU, em Vila Nova de Famalicão. Face à gravidade da situação, o partido anunciou que apresentará uma proposta formal na próxima Assembleia Municipal para exigir medidas urgentes à Câmara Municipal.
De acordo com o comunicado do partido, os incidentes deixaram de ser casos isolados para se tornarem um padrão frequente. Relatos recentes apontam para situações extremas, como o assalto a seis viaturas num intervalo de 24 horas ou cerca de uma dezena de carros com vidros partidos numa única manhã. O alvo principal dos criminosos, além de pertences pessoais, tem sido o furto de catalisadores, o que, segundo o CHEGA, sugere a intervenção de grupos de crime organizado que aproveitam a rotatividade de veículos nestas áreas.
“Os famalicenses merecem viver em segurança. Não querem desculpas nem inação. Querem poder estacionar o seu carro sem medo“, afirma o Grupo Municipal.
O agravamento da criminalidade está a transformar áreas destinadas ao lazer, trabalho e estudo em “zonas de risco“, gerando um sentimento de insegurança crescente entre os utilizadores dos espaços públicos da cidade.
Para travar a vaga de assaltos, o CHEGA delineou um conjunto de exigências que pretende ver implementadas de imediato:
Policiamento: Reforço do patrulhamento da PSP e/ou GNR nas zonas críticas, com foco nos horários de maior afluência e durante o período noturno.
Melhoria da rede de iluminação pública nos parques de estacionamento afetados.
Instalação de sinalização luminosa, pilaretes e faixas fotoluminescentes, especialmente em áreas de circulação de peregrinos onde a visibilidade é reduzida.
O partido reforça que o objetivo é pressionar o executivo municipal a abandonar a “inação” e a garantir que os cidadãos possam usufruir da cidade com tranquilidade.
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