A Amnistia Internacional revelou recentemente graves violações de direitos humanos em diversos contextos geográficos, desde a vigilância tecnológica em Angola até à perseguição política na Rússia e no Irão. Os novos dados destacam o uso de spyware mercenário contra a imprensa e a manutenção de práticas de isolamento e condenações injustas contra vozes dissidentes.
Em Angola, a organização confirmou forensemente, pela primeira vez, o uso do programa Predator para espiar o jornalista Teixeira Cândido. Este software altamente invasivo, vendido pela empresa Intellexa, serve para monitorizar dispositivos móveis sob ordens governamentais.
Paralelamente, a nível internacional, a Amnistia aponta falhas e ocultações em processos de grande impacto:
Rússia: Dois anos após a morte de Alexei Navalny, novas evidências sugerem o uso da substância tóxica epibatidina, contradizendo as versões oficiais das autoridades russas.
Irão: A ativista Narges Mohammadi foi sentenciada a mais de sete anos de prisão num julgamento considerado injusto, com a organização a exigir a sua libertação imediata por motivos de saúde.
Europa e Palestina: A organização criticou duramente as novas regras de asilo da União Europeia e saiu em defesa da relatora da ONU, Francesca Albanese, alvo de ataques diplomáticos baseados em vídeos manipulados.
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