O Partido Socialista de Braga exige esclarecimentos urgentes à administração da AGERE e à Câmara Municipal, após detetar aumentos nas faturas da água que foram previamente rejeitados pelo executivo camarário.
O alerta surgiu após várias queixas de munícipes que receberam faturas, emitidas a partir de 1 de fevereiro, com valores atualizados. Segundo o PS, verificaram-se subidas de 6,48% no consumo de água e de até 8,46% na drenagem de águas residuais. O partido sublinha a gravidade da situação, uma vez que a proposta de aumento (Ponto 10 da Ordem de Trabalhos de 18 de fevereiro) foi chumbada e retirada para posterior análise, refere uma nota enviada à imprensa.
Perante o que consideram uma falta de transparência na gestão do serviço público, os socialistas bracarenses questionam:
Qual o fundamento legal para aplicar aumentos antes da aprovação formal?
Quem autorizou a emissão das faturas com os novos valores?
O PS Braga reforça que os cidadãos têm o direito de saber se estão a pagar por taxas que não respeitam os princípios da boa governação, exigindo uma resposta imediata do Presidente da Câmara Municipal de Braga sobre esta desconformidade entre as decisões políticas e a faturação real.
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