O Partido CHEGA de Vila Nova de Famalicão condena veementemente um ato de vandalismo ocorrido esta noite, que visou diversos cartazes eleitorais daquela candidatura à freguesia de Esmeriz. Os materiais de campanha foram danificados com cruzes suásticas nazis vermelhas, pintadas sobre os rostos dos candidatos, num incidente que o partido classifica como uma grave tentativa de censura e intimidação política, refere uma nota enviada à nossa redação.
Em comunicado, o partido, que se define como democrático e conservador, repudiou o ataque, acusando setores da extrema-esquerda de promoverem ações de anarquia e intolerância política. O CHEGA reafirma o seu compromisso com a liberdade de expressão e a democracia, não se deixando intimidar por estes atos, refere.
Crítica à Educação e Narrativas Históricas
O incidente em Famalicão serviu de mote para o CHEGA apontar o dedo a alegadas “falhas profundas nos sistemas de comunicação e educação do nosso país“. Segundo o partido, este vandalismo é “prova clara de um sistema tendencioso que falha em educar corretamente os cidadãos sobre história e ideologias.”
A nota acusa ainda de que o ódio é “alimentado por falsas associações entre partidos democráticos e conservadores, como o CHEGA, e regimes totalitários como o fascismo e o nazismo“.
Neste ponto, o partido faz questão de sublinhar a sua distinção histórica e ideológica, argumentando que a utilização de símbolos nazis para os atacar demonstra “uma grave falta de educação e conhecimento histórico“. O CHEGA frisa que o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP), ou partido nazi, era um partido socialista, defensor da centralização total do poder e de um regime antidemocrático e totalitário, princípios que considera serem “exatamente o oposto” dos seus, que defendem a democracia representativa, a descentralização e os valores conservadores portugueses.
Apelo às Autoridades
O CHEGA de Vila Nova de Famalicão apela às autoridades competentes para que investiguem o ato “com rigor“, garantam a proteção da campanha eleitoral e punam os responsáveis em conformidade com a lei portuguesa.
Reafirmando o seu “compromisso inabalável com a democracia, a ordem pública e o respeito mútuo“, o partido assegura que continuará a lutar pelos seus objetivos políticos, recusando-se a ser intimidado por este tipo de ações.
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